Há alguns dias eu li no Blog RE Jump uma interessante matéria sobre as definições e implicações do uso do nome ou termo OwnStyle por dançarinos de JumpStyle, que utilizam erroneamente o nome como sendo de uma vertente do estilo dança.
Não é de hoje que eu digo que muitos dos nomes de dança,
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No artigo passado eu falei um pouco sobre evolução e tradição no Melbourne Shuffle, mas quando falamos nos problemas causado por adições de passos, copias, e por misturar muitos movimentos e estilos que não tenham nada a ver com o original, sempre surge a pergunta de como devemos criar os passos para sermos originais e se existem ou não regras para essa criação.
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Ontem eu vi na comunidade Melbourne Shuffle uma discussão sobre as modificações pelas quais o estilo tem passado nos últimos tempos e todos os possíveis prejuízos e vantagens que isso traz ao estilo. O artigo de hoje é para falar exatamente sobre isso, sobre modificações, copias, adições, sobre o velho embate da Tradição VS Evolução.
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Em outros artigos publicados aqui no blog eu falei sobre a flexibilidade, o alongamento e de certo modo a forma física na dança; mas hoje quero falar especificamente sobre a resistência aeróbica e a sua relação com a qualidade de um dançarino.
Eu considero a dança, principalmente as qu e se enquadram na categoria de eletrônicas um esporte, portanto se praticamos um esporte precisamos ser mais do que um conhecedor de passos, precisamos ser acima de tudo um
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Sempre que falamos em divulgar a dança eletrônica nos vem à mente a idéia da divulgação na mídia tradicional, tal como televisão, rádios, jornais e revistas. Porem, um dos grandes problemas com os estilos de dança é exatamente a divulgação errônea que por vezes é feita através desses meios de comunicação.
Há algum tempo fui convidado a dar uma entrevista para o jornal O Globo. O jornalista disse que estava fazendo uma matéria e queria a
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Durante todo o tempo que conheço a dança eletrônica tenho visto surgir inúmeros campeonatos virtuais, e tenho os visto desaparecer na mesma velocidade. Organizar um campeonato presencial de alto nível não serial fácil, pois existem muitos dançarinos espalhados por todo o Brasil. Talvez fosse possível com etapas regionais, uma semifinal estadual e uma final nacional. Porem isso ainda exigiria muito investimento. Quando falo de investimento não estou falando de dinheiro, mas principalmente de tempo e dedicação.
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A dança influ
encia a moda e a moda influencia no estilo de vida de seus seguidores. Quando escolhemos aprender um estilo de dança não o fazemos apenas pelos passos e pela musica, mas sim por tudo aquilo que ele representa, e nisso incluímos a maneira de se vestir de cada dançarino. Mas essa influencia também deve ser vista de uma forma regional, afinal todos os países têm características próprias e tais características podem ser um ponto importante no estilo de se vestir e de viver de cada dançarino.
O Milk Way/TeckTonik parece inspirado na moda dos anos 80, com cabelos moicanos ou repicados, calças Ultra Skinny,
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Já foi citado aqui que o Melbourne Shuffle teve seu inicio nas danças Celta, com especial atenção para a Dança Irlandesa. Foi a partir desse estilo de dança que se criou o passo principal e a base do Rocking, que mais tarde passaria a ser conhecido como Melbourne Shuffle.
A origem dessa dança remonta desde os Druidas, quando os antigos povos Celtas faziam danças circulares em
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Em diverso
s outros artigos já citei a dança Charleston como sendo a origem de vários estilos, mas hoje quero falar um pouco sobre o Charleston em especial. O Charleston é uma dança que tem suas origens em uma ilha ao largo da costa de Charleston, na Carolina do Sul – EUA, daí vem o nome do estilo. Esse estilo era dançado em comunidades negras desde 1903, mas foi apenas em 1923 que ele se tornou popular.
Foi em 1923 no musical da Broadway Runnin Wild, que o Charleston se tornou conhecido através da canção The Charleston”,
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